O Estado Jardim Rick Moody

O Estado Jardim Rick Moody
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Alice tem 23 anos, está desempregada e sem perspectivas profissionais. A banda de punk rock em que ela tocava guitarra, Critical Ma$$, desmantelou-se quando perdeu o baterista. Sua relação com o namorado, o bombeiro hidráulico Dennis, é tão tediosa quanto a vida na cidade de Haledon, Nova Jersey. Lane, o problemático irmão de Dennis, refugia-se na casa da mãe depois de passar um tempo abusando das drogas em Nova York. Max, o melhor amigo de Lane, trabalha como instalador de TV a cabo. Nas horas vagas, ele é traficante e bebe nos bares. O músico L.G. decide esquecer o sonho de se tornar astro do rock e vira gerente de uma loja de tapetes. Estes personagens fazem parte do romance de estréia de Rick Moody, O estado jardim , que o consolidou como um dos talentos da ficção americana contemporânea. O autor constrói um painel ácido e comovente da juventude suburbana que descobre a vida adulta. Dificuldade de se expressar, falta de motivação, rebeldia e ceticismo são temas em comum no cotidiano deles. Mas há também as tentativas desajeitadas de amar, superar os medos e ser feliz. Entre um drinque, um cigarro e um baseado, Alice e seus amigos falam do vazio existencial em suas famílias de classe média, discutem (e fazem) sexo, matam o tempo andando à toa de carro e ouvem rock. Todos se recordam do contemporâneo Mike Maas, que se suicidou tocando fogo ao próprio corpo, e questionam seus motivos. Enquanto pensam no presente e no futuro, Mike é um pedaço do passado que se recusa a desaparecer. O livro tem inspiração autobiográfica, revela o autor, ao contar sobre sua internação por 29 dias em um hospital psiquiátrico – quase o mesmo tempo que o protagonista Lane. "Quando olho para este romance", diz Moody na introdução, ele me parece o trabalho de um irmão adolescente extremamente perturbado. Um protovagabundo. Ele é desleixado, pretensioso, não é muito bom de acabamento, mas solidariedade é algo de importante para ele. E isso é bom. Acho que nunca mais consegui escrever nada tão despojado (...). Sob esta ótica, posso entender a afirmação de uma eloqüente minoria que O estado jardim é o meu melhor romance." Fechar